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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Matutando um pouco... - Parte 1

A todos e a todas, um bom dia.
Hoje decidi fazer algo a respeito da dificuldade em produzir textos. Adianto que o que eu sei, quanto aos textos escritos, aprendi empiricamente. Modéstia à parte, sei o que sei por natismo, talvez não me compreendam bem por agora, mas na medida em que observarem os textos que tratei como exemplo, bem como as próprias explicações que postarei sobre os gêneros que serão abordados.
Nessa primeira postagem selecionei o gênero "Resumo". Adianto que vocês, caros e caras leitores e leitoras, poderão sugerir os próximos gêneros. Tenho alguns selecionados, desde gêneros narrativos, dando um salto pelos jornalísticos, mergulhando nos dissertativos, sendo todos na área acadêmica. Claro que com o tempo você verão que eu tenho mais habilidade com os gêneros mais narrativos do que com qualquer outro, mas irei me esforçar para ajudá-los com as minhas competências em escrita. Pois bem, iniciemos com o diálogo de hoje.

RESUMO:
Para iniciarmos, eu já vou logo dando um dica de livro para você que vai querer dá uma estudadinha por fora, mesmo que não acompanhe esse nova série do Letras em Foco ou não tenha a oportunidade de cursar disciplinas ou cursos a respeito. Ele pertence a uma coletânea de livros, sobre alguns gêneros acadêmicos, "Leitura e Produção de Textos Técnicos e Acadêmicos", editados pela Parábola, de autoria de Anna Rachel Machado, Eliane Lousada e Lilia Santos Abreu. Possui uma linguagem de fácil acesso e é um livro de fácil manuseio. Eu mesma o adquiri, então garanto que não será uma leitura perdida.
Como esse é o primeiro poste, vou abordar aqui a primeira característica do resumo, talvez a maior dificuldade de todos aqueles que tentam escrevê-lo. A "suncintez" (nem sei se a palavra existe). Que quero dizer com isso, você se pergunta. Nessa modalidade de texto é preciso dizer-se o essencial com poucas palavras, ou seja, "falar pouco, mas falar bonito". O resumo pede que seu autor seja direto naquilo que deseja repassar aos seus leitores.

Exemplo:
Existe uma grande diferença entre: "Certa vez, uma bela criança, que desejava se divertir com seus pueris amigos numa verdejante pracinha que havia em frente a sua casa, esta de muitas janelas, mas poucas portas, atravessou a rua carregando em seus delicados braços de criança uma bola. Por desventura e azar do destino, a bola caíra dos braços do menino e este parou a carreira para apanhá-la, e neste momento ocorreu a tragédia: um carro, que por desgovernamento ou insensatez, Deus saberá a razão, atingi o pobre menino indefeso, fazendo-o se machucar seriamente" e "Um menino foi atravessar a rua para brincar com os colegas e acabou sendo atropelado porque derrubou a bola".

Notem: 
O primeiro enunciado apresentado é o que eu costumo chamar de "estar ipsis literis", enquanto o segundo em destaque é o seu resumo. Algumas informações foram ressaltadas em detrimento de outras. 
    1) O fato aconteceu com uma única criança do sexo masculino (menino);
    2) Tratou-se de um acidente (atropelamento);
    3) O motivo de o fato ter ocorrido, a causa (a queda da bola);
    4) A motivação da criança para dar início ao evento (brincar com os amigos).

Muitos dos outros detalhes foram suprimidos por ter caráter secundário mediante aquilo que realmente é importante. Penso eu que o Gênero Resumo é um pouco pessoal, e isso por que? Bem, imaginem que cada cabeça é uma sentença e que portanto nem tudo será igual em cada caso. Aplicado ao resumo, algumas informações serão importantes para uns e para outros não. Para ajudar nessa angústia que virá a acontecer, é importante que o leitor tenha um olho clínico: que partes são realmente relevantes para a compreensão total do texto? Quais não são? Um bom exercício para se conquistar esse "nível de olho" é a prática do fichamento: destaque as partes mais importantes de todo texto que você chegar a ler e depois procure comentar algumas delas, de modo a perceber o valor semântico daquilo para a obra.

Na próxima postagem, estarei abordando os aspectos essenciais do Resumo.
Comentem sobre o que acharam dessa postagem. Preciso saber se me estou fazendo ser entendida ou não e para isso os comentários de vocês serão valorosos.

Por NONA Ay


terça-feira, 13 de agosto de 2013

Dica do dia


"NUNCA EU TINHA PRESENCIADO ALGO ASSIM..."

"ERA TARDE QUANDO PASSOS FORAM OUVIDOS..."

"O SOL BRILHAVA NO CÉU INDICANDO UM NOVO DIA..."

As vezes, a melhor forma de se abordar determinados assuntos se dá da maneira mais simples possível. Não há a necessidade de grandes discursos ou palavras complicadas, apenas uma forma compreensível e tocante de falar. Aplicando isso em sala de aula, as vezes a melhor forma de se chegar ao aluno não é delimitar um tema único e pedir para que ele fale linhas e linhas sobre esse tema, basta apenas que você lhe dê um norte e não paredes altas. Abri-vos os caminhos! Por que não começar com uma narrativa? Dê ao seu aluno uma imagem, uma frase inicial e deixe que a imaginação dele voe solta no papel. Conheça seu aluno observando aquilo e como ele escreve, como sempre digo, "o texto é a identidade de seu autor".



por Nona Ay

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Gêneros Textuais: Crônica


A CRÔNICA
_______________________

Estudos Literários

"A crônica é filha do jornal e da era da máquina, onde tudo acaba tão depressa. Ela não foi feita originalmente para o livro, mas para essa publicação efêmera que se compra num dia e no seguinte é usada para embrulhar um par de sapatos ou forrar o chão de cozinha." (Antônio Candido)

   O vocábulo "Crônica" - do Grego, Krónos - mudou de significado ao longo dos séculos. A princípio, designava um relato cronológico dos fatos, isto é, uma lista, relação ou narração de acontecimentos (episódios) históricos organizados conforme a sequencia linear do tempo. Em termos práticos, a crônica se limitava a registrar os eventos, sem aprofundar-lhes as causas ou dar-lhes qualquer interpretação. Dentro dessa característica a crônica atingiu seu ápice após o século XII. Porém, nessa altura a crônica já começava a apresentar uma distinção: as que narravam acontecimentos com a intenção de esclarecer ou interpretar, individualmente, os acontecimentos, mantinham o tradicional nome decrônica. Em contrapartida, as "crônicas breves", isto é, as simples e impessoais notações dos acontecimentos históricos, passaram a denominar-se "cronicões". A partir do século XIX, com o avanço da imprensa e do jornal, a crônica passa a ostentar  personalidade literária. Assim entendida, a crônica teria sido inaugurada pelo francês Jean LousGeoffroym, em 1800, no jornal Des Débats na forma de folhetim que, entre nós, apareceu depois de 1836. Não tinha, ainda, as características que tem hoje:

Era um texto mais longo, publicado geralmente aos domingos no rodapé da primeira página do jornal, e seu primeiro objetivo era comentar e passar em revista os principais fatos da semana fosse eles alegres ou tristes, sérios ou banais, econômicos ou políticos, sociais ou culturais. O resultado, para dar um exemplo, é que num único folhetim podiam estar lado a lado, notícias sobre a guerra da Criméia, uma apreciação do espetáculo lírico que acabara de estrear, críticas às especulações na Bolsa e a descrição de um baile no Cassino. (FARIA, João Roberto no prefácio de Crônicas Escolhidas de José de Alencar)

   De lá para cá, o prestígio da crônica não tem deixado de crescer, a ponto de haver os que a identificam com a própria Literatura Brasileira ou a consideram nossa exclusividade.
A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. De maneira, que ela é feita com uma finalidade pré-estabelecida: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando-se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem. Pelo seu caráter jornalístico, a crônica é efêmera e, segundo Sá, (1987, p.10)¹, a crônica, assim como o jornal, nasce, cresce, envelhece e morre em vinte e quatro horas. Por isso, que elas são, posteriormente, reunidas em livros. Assim, os autores dão-lhe um status mais perpétuo.
    De assunto livre, regra geral, a crônica é um comentário leve e breve sobre algum fato do cotidiano. Seu motivo, na maioria dos casos, é o pequeno acontecimento, isto é, a notícia que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira, trivialidades. Mas nem só de uma conversa despretensiosa a respeito do dia-a-dia vive a crônica. Com relativa frequência, ela se aproxima do conto, devido a um tratamento mais apurado aos temas, principalmente no que tange a linguagem (literária). Tanto é que, muitas vezes, é difícil estabelecer as diferenças entre o conto e a crônica, pois, nesse caso, dela também participam personagens; o tempo e o espaço estão claramente definidos e um pequeno enredo é desenvolvido. Essa proximidade é que tem levado vários cronistas à prática mais ou menos disfarçada do conto. No entanto, esta diferenciação só é perceptível àquele com leitura contínua de contos e de crônicas. De qualquer maneira, há certa dificuldade de se estabelecer uma fronteira teórica entre ambos. Contudo, podemos enumerar algumas características da crônica que podem ser confrontadas com as do conto. São elas:

• Está ligada à vida cotidiana. Contém um depoimento pessoal, com estilo e pontos de vista individuais. Narrativa informal, familiar, com sentimentos íntimos mais profundos.
• Procura reproduzir na escrita a linguagem do cotidiano, ou seja, coloquial, às vezes, carregada de sentimentos, ou de emoção, ou ainda, de ironia, de crítica.
• Tem sensibilidade em relação à realidade. Procura a síntese, a brevidade, a leveza de sentido e uma dose de lirismo.
• Faz uso do fato como meio ou pretexto para o artista exercer seu estilo e criatividade.
• Diz coisas sérias por meio de uma aparente conversa fiada.
   A crônica teve um desenvolvimento específico no Brasil, não faltando historiadores literários que lhe atribuem um caráter exclusivamente nacional. Realmente, a crônica, como a entendemos, não é comum na imprensa de outros países. Por isso, entre nós, o prestígio da crônica não tem deixado de crescer. Machado de Assis, Olavo Bilac, Humberto Campos, Raquel de Queirós ou Rachel de Queiroz, Carlos Drummond de Andrade, Rubens Braga, Paulo Mendes, Paulo Francis, Arnaldo Jabor, Érico Veríssimo e tantos outros, cultivaram-na ou cultivam-na com peculiar engenhosidade, criatividade e assiduidade.

[Material disponibilizado pela Profª. Ms. Lúcia Agra.]


quinta-feira, 18 de abril de 2013

Resenha


PESSOA, Simone. Dissertação não é bicho-papão: desmitificando monografias, teses e escritos acadêmicos. Rio de Janeiro: Rocco, 2005. Resenhado por BARBOSA, D. A. e RODRIGUES, L. B..

        O presente trabalho tem por objetivo tratar de questões especificas acerca do livro “Dissertação não é bicho-papão” de Simone Pessoa. Sobre esse aspecto alguns dos pontos que merecerão nossa atenção é a escolha do tema, parte crucial do desenvolvimento da dissertação. A leitura que é essencial para qualquer trabalho acadêmico, assim como o envolvimento da família, sem esquecermos, é claro, da organização do tempo, para não perder os prazos estabelecidos na entrega do trabalho final. Não abordaremos todos os capítulos, visto que a maioria se adequa a um roteiro prático aos que se empenham na tarefa de escrever seus trabalhos acadêmicos. Assim os já mencionados assuntos ganharão destaque em nossa abordagem.

      Ao produzirmos um trabalho acadêmico, tese, dissertação, monografia etc., precisamos de um ponto de partida. E isto não quer dizer que este trabalho não possa ou deva ser prazeroso. Dessa forma, Pessoa nos mostra de uma forma simplificada que a experiência pode vir a ser maravilhosa. Todos os pontos discutidos pela autora foram feitos com singeleza e maestria, baseados nas experiências vividas pela mesma. Pessoa mostra-nos de fato o “caminho das pedras” e este não é fácil, entretanto pode ser satisfatório. A autora afirma que “Ao invés de aprisionar e fazer sofrer, é uma fonte de libertação e crescimento.” (p.12). A leitura atenta acerca deste ponto, libertação e não aprisionamento é de se concordar, devido ao fato de que ao fazermos a dissertação nos sentiremos mais seguros, e porque não dizer livres, para nos dedicar a outros projetos e trabalhos acadêmicos. Assim ao avaliarmos os benefícios advindos desta experiência só teremos a crescer.
         A dissertação é uma tarefa, que exige compreensão de todos que estão ao nosso redor e é de suma relevância que todos ajudem em todas as atividades que o acadêmico precisar, claro que não é tarefa fácil, mas com uma boa conversa antecipada é possível organizar as coisas e seguir com a dissertação. Uma boa opção que a autora nos dá é de fazer um acordo de convivência com os moradores (familiares) da casa do acadêmico, para que seja possível o entendimento entre eles. Outro aspecto essencial é o tempo, pois a prioridade é da dissertação neste período para não sermos surpreendidos pelos prazos que teremos de cumprir, devendo, ter “cuidado para não relaxar demais e dormir no ponto. Apesar da fartura de tempo, a ordem continua sendo: disciplina e muita dedicação.” (p.32).

      Outra questão de fundamental relevância é a escolha do tema, pois o conhecimento deste, em qualquer que seja a situação, é crucial. Falar sobre algo que não conhecemos é expor-se ao “ridículo” diante de pessoas que dominam o assunto. Da mesma forma podemos direcionar o que foi mencionado para a escolha do tema da dissertação. Nas palavras de Pessoa “temos que ser criteriosos ao eleger aquela que causa maior ressonância e faz o coração e a razão entrarem em sintonia” (p. 38). Não falamos sobre o que não conhecemos tampouco sobre o que nos desagrada. Logo a escolha do tema é uma questão diretamente ligada à emoção e à razão.

     Ante o exposto somos direcionados ao ponto leitura. Ler, ler e ler. Escolhido o tema é chegada à hora da coleta das informações que comporão a parte teórica da dissertação. A autora nos aconselha a leitura de um livro por vez, para que não se deixe de marcar pontos importantes o que pode vir a ser uma “mão na roda” na hora de organizar a arte final da dissertação. Por outro lado há aqueles que leem vários livros ao mesmo tempo, isto não é condenado pela autora. Entretanto, alerta que pontos importantes podem ser perdidos e o acadêmico terá que “investir um tempinho no resgate para não perder o fio da meada.” (p. 74). “Cada coisa ao seu tempo” e a leitura não foge a esta regra.

     Outro aspecto que a autora considera indispensável é a escolha do orientador sendo essa a “segunda eleição fundamental para o sucesso da trajetória dissertativa.” (p.53) Esta relação deve ser “harmônica”, rodeada de “sentimento de cumplicidade e bem-estar” e ter como objetivo principal a realização da pesquisa. É por nós sabido que qualquer desentendimento entre orientador-orientando resultará, em último caso, no abandono do curso pelo aluno. Assim, “O orientador dos sonhos é aquele que nos mobiliza para a ação” (p. 54).

     Não podemos esquecer que ao produzirmos um texto, seja ele de qualquer gênero, há necessidade de métodos organizacionais. Diante disso destacamos que a objetividade e a clareza de ideias são imprescindíveis. Após o termino da pesquisa é hora de reunir todo material e montar a dissertação em si. Pessoa nos aconselha a “considerar a facilidade na obtenção de dados” (p. 117), evitando desta forma dor de cabeça. É momento de provar as teorias. É de base fundamental que sejamos sempre claros em nossos argumentos e isto também serve para a comprovação de nossa teoria na dissertação

     Outro ponto do livro é a discussão referente ao exame de qualificação. Este exame é a fase mais importante do curso na medida em que aponta caminhos e soluções para os problemas existentes na pesquisa. Ainda nessa etapa a autora nos compara a um escultor “lapidando e buscando o aperfeiçoamento da obra a cada toque” (p.101).  A autora sugere que o aluno produza “um jogo de slides” (...)“ que sintetize o essencial do trabalho”, onde “as ideias-chave” estejam “agrupadas numa mesma sequência”. Ser receptivos com as observações dos componentes da banca. Sobre este aspecto, Pessoa mostra que a escolha destes componentes é “mais que um simples detalhe, a escolha da banca é uma questão estratégica” (p. 107) e que segue o mesmo método da escolha do orientador. Essas dicas são retomadas pela autora no referente à defesa da dissertação.

     A autora reserva para o último capítulo os comentários feitos pelos membros da banca que avaliou sua dissertação. Estes comentários enriquecem a obra por representarem a experiência de quem avalia e orienta monografias, dissertações e teses. É nesse contexto que todas opinam sobre a “motivação”, do tempo, da “escolha do tema”, da relação orientador-orientando, da “estrutura da dissertação”, da bibliografia, da “escrita do texto”, do relacionamento com a banca, dentre outros. É ainda neste último que aprendemos sobre o “mestre interno” que segundo Vieira¹ “É este mestre acadêmico – aquilo que não conhecemos de nós mesmos – que vai escolher o assunto para exercitar-se e ‘aparecer’”. (p. 139). Em outros termos a descoberta do “mestre-interior” supera o ímpeto pelo sucesso e no final de todo o processo, o que restará é o fruto de uma busca franca pela qualidade na aquisição de um conhecimento sólido que nos ajudará e àqueles com os quais dividiremos esse conhecimento.
      Outro detalhe significativo da obra é a utilização de três elementos que aproximam a autora do leitor. As imagens que refletem de um modo bem-humorado e sagaz a descrição de cada capítulo, deixando a leitura mais suave de forma a, também, entreter o leitor. As citações que nos motivam a refletir e elevando nossa determinação acerca do que vamos fazer. Por fim as passagens às quais ela narra momentos de sua vivência acadêmica dão um caráter mais intimista à obra aproximando mais a autora de seu publico alvo.

     De modo geral o livro “abre os olhos” do leitor no que se refere ao desenvolvimento da dissertação. Fazendo-nos esquecer do medo do desconhecido e nos “empurrando” para um caminho que, apesar de longo, nos trará grandes realizações futuras. Não só na vida acadêmica, como também em realizações posteriores.

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¹ Eliane Vieira é doutora em Engenharia Mecânica pela Unicamp e pós-doutorado em criatividade e processos de autodesenvolvimento pelo Saybrook Institute, San Francisco, CA.

Resenha feita pelas alunas no IV semestre do curso, na disciplina de Laboratório de Escrita e Produção Textual II, ministrada pelo Prof. Ms. Fco. Edmar Cialdine Arruda para obtenção de nota.